segunda-feira, 16 de junho de 2008

Um Sábado na Igreja Central de Itaobim ...




Visita do Pr. Ednelson

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No dia 10 e 11 de maio, Pr. Ednelson esteve no distrito de Medina.

No sábado pela manhã tivemos uma Santa Ceia na igreja de Pedra Azul.

Na parte da tarde um treinamento em Divisa Alegre seguido de um belo por-do-sol com toda a igreja. Foi neste momento que foi realizada a profissão de fé de Maria Delza, que estava esperando por este momento a mais de oito anos.

No domingo foi a vez da igreja Central de Medina...

domingo, 15 de junho de 2008

Dia das Mães - ASCOMED

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Na ASCOMED, uma creche comunitária mantida pelo Fundo Cristão, onde a igreja realizou um belo programa em homenagem ao dia das mães. A equipe que organizou e realizou toda a homenagem foi composta por Cecilia, Pr. Adolfino, Rosa, Érika, Patrícia e Sandra. Agradecemos o envolvimento de todos. Com certeza marcou a vidas das mães que estiveram presentes...


12 Horas Com Deus - Pedra Azul

Um programa realizado pelos jovens da Igreja de Pedra Azul. Foram 12 horas na igreja, louvando, adorando, orando, clamando, etc.

Foi encerrado com um lindo musical e logo após uma social bem alegre.


quinta-feira, 5 de junho de 2008

Seminário de Enriquecimento Espiritual - II

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Jornada Espiritual sobre Saúde, com a presença dos pastores Maurício (UEB) e Miguel (DSA). A igreja Central de Medina levou um ônibus com mais de 50 participantes.

Igreja de Machado Mineiro - Santa Ceia

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Dia de Santa Ceia na Igreja de Machado Mineiro. Pregação de Escravos a Herdeiros. Uma programação inspirada. A Ceci passou a lição geral perfeitamente...

Encontro de Tesoureiros - Itaobim






segunda-feira, 2 de junho de 2008

Um dia com Deus e Santa Ceia...

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Uma Linda programação realizada na Igreja Central, com Santa Ceia, Palestras, dinâmicas e um delicioso lanche à noite. Uma programação muito espiritual e emocionante. O auge da programação foi a Santa Ceia, onde levamos a frente os discípulos que ficaram responsáveis por levar a igreja ao lava-pés...

domingo, 1 de junho de 2008

Caminho para Tuparecê - II

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O caminho para Tuparecê sempre reserva alguma surpresa e aventura. Na última vez que fui lá, a estrada tinha virado um rio. A pergunta que eu fazia: "entro ou não?" Entrei e não fiquei atolado... O caminho possui lindas paisagens. O povo é amável e empenhado na palavra de Deus. Se vier a Medina, não deixe de visitar Tuparecê. Você terá uma grande aventura!

Casamento do Mateus e Cristiane - Medina


Linda cerimônia de casamento realizada na Igreja central de Medina. Muito bonita. Ambos estavam deslumbrantes. Pena que se mudaram para Frutal. Que Deus abençoe grandemente esta união.

Linda Programação Batismal em Pedra Azul

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Quatro batismos, uma fantástica programação, um delicioso almoço. Um dia inesquecível. Parabéns Igreja de Pedra Azul...

Semana Santa na Zona Rural de Medina

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O Distrito de Medina teve sua primeira programação evangelística do ano, na Semana Santa. Foram 22 pontos de pregação, com grande participação dos membros, divididos nas cidades e zonas rurais de Medina (9 pontos), Pedra Azul (3 pontos), Divisa Alegre (5 pontos), Machado Mineiro (2 pontos) e Mata Verde (3 pontos).

As fotos que estão aqui apresentadas foram de um ponto evangelístico, que aconteceu na Zona Rural de Medina.

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Tragédia em Santa Catarina


Após mais desabamentos, moradores são retirados à força de área de risco
Quatro pessoas morreram durante a madrugada na divisa das cidades de Ilhota e Gaspar;
Defesa Civil contabiliza 105 mortos no Estado
"Não quero perder mais ninguém. Se for necessário, as pessoas virão algemadas", disse Ademar Felisky, prefeito reeleito de Ilhota
ALENCAR IZIDOROENVIADO ESPECIAL A ILHOTA E A GASPAR
Os deslizamentos na região de Santa Catarina mais atingida pela chuva se agravaram, provocaram ao menos mais quatro mortes e as equipes de resgate deram ordem para retirar à força os moradores que se recusavam a deixar suas casas perto de Ilhota e Gaspar.
O clima de desespero e confusão era perceptível não só entre moradores como entre autoridades e bombeiros, especialmente após nova avalanche de terra desabar em um imóvel em Arraial, na divisa de Gaspar com Ilhota, e matar ontem três adultos e uma criança. Dois deles já tinham sido retirados do lugar de perigo nesta semana, mas decidiram voltar para recuperar documentos e resolveram dormir no local.
Até ontem, a Defesa Civil contabilizava 105 mortos no Estado por conta da chuva.
A saída e chegada nas áreas de risco seguiam fora de controle. Dezenas de moradores voltavam a pé por meio de trilhas para tentar recuperar documentos e bens mais valiosos. Havia relatos de saques a casas tanto em Arraial como no complexo do Baú. Alguns já foram resgatados por helicópteros no mesmo lugar até três vezes.
"Não quero perder mais ninguém. Se for necessário, as pessoas virão algemadas", declarou Ademar Felisky, 46, prefeito reeleito de Ilhota (PMDB), após reunião com representantes do Exército, dos Bombeiros e da Força Nacional (que chegou anteontem ao município).
No início da tarde, ele falava em ao menos 37 mortos e mais de 40 desaparecidos. Mais tarde, bombeiros diziam que as mortes em Ilhota somavam 33, mas iriam aumentar. À noite, afirmavam que mais vítimas, em número incerto, haviam sido achadas. Oficialmente, a Defesa Civil apontava 29 mortes.
"Há corpos que nunca serão encontrados", disse Felisky, ressaltando que os desalojados já ultrapassam 10% de uma população de 11 mil habitantes.
Com a ordem de retirar os moradores à força, quatro ônibus foram deslocados ao Braço do Baú. Helicópteros descarregaram dezenas de habitantes resgatados de diversas áreas. Um casal foi levado abalado ao posto médico improvisado de Ilhota, dizendo estar sem comer há quatro dias. A estimativa era de 150 pessoas que resistiam a deixar suas casas. O próprio vice-prefeito, Antônio Schmitz, 49, teve que abandonar a sua com a família.Maicon Junklay, 22, foi retirado do Alto do Baú na segunda-feira, mas saiu do abrigo com um grupo de 19 pessoas na manhã de ontem para tentar voltar ao bairro -parte do caminho de carro, parte de jipe, parte a pé. "Eu tinha que buscar alguns papéis, como a minha carteira de trabalho, e a gente também queria tirar nossos amigos de lá. Teve três que se esconderam no salão da igreja e não queriam sair de jeito nenhum", disse, ao ser resgatado por um helicóptero à tarde.
A variação dos riscos na parte mais baixa do Braço do Baú viraram motivo de divergências e confusão. Geólogos sobrevoaram a área e saíram de lá com opiniões diferentes: um pensava que até esses moradores precisavam sair de lá, principalmente devido à previsão de chuva forte hoje; para outro, a medida era desnecessária.
O racha atingiu as equipes de busca, que discutiram entre si. Bombeiros voluntários se diziam desprestigiados com a ação dos bombeiros militares.
A informação chegou aos desabrigados que estavam alojados no centro, alguns passaram a voltar e outros manifestaram a mesma vontade. A divergência também colocou em xeque a continuidade da ordem de retirada da população à força.
A retomada dos fortes deslizamentos ocorreu a partir do final da tarde de anteontem, quando a reportagem presenciou, no Braço do Baú, a avalanche de terra derrubar uma casa no mesmo lugar onde tinha passado, minutos antes, na companhia de outros jornalistas, moradores e um bombeiro, além do vice-prefeito de Ilhota.
A queda de barreira em Arraial durante a madrugada, apesar de matar três adultos (Alcido Oechsher, 52, e dois homens conhecidos como Vico, 22, e Iuri, 62) e uma criança (Luiz Fernando Oechsher, 10), não era suficiente para motivar alguns vizinhos a sair de lá. "Minha casa não é grudada no morro. Fica a cem metros de lá", disse José da Silva, o Zeca, 44, convencido de que essa distância era segura.
Ele, que foi resgatado à tarde com dois irmãos e seu pai, estava revoltado por ter sido retirado quase que à força. Foi transportado de helicóptero à cidade de Gaspar só com a roupa do corpo, toda suja, e descalço."Seus vagabundos. Vou voltar a pé. Vão ter que me pagar tudo aquilo que me roubaram", gritava Zeca, desesperado, ao descobrir que os bombeiros tinham mentido ao lhe garantir que um amigo dele tinha sido resgatado também. "Meu amigo ficou sozinho. Falaram mentira, trapacearam", reclamava.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Parentes enterraram corpos no quintal

Defesa Civil orientou familiares a fotografar os mortos antes de enterrá-los
Em Gaspar, caminhão frigorífico é usado para armazenar os cadáveres; base do instituto de perícia foi montada em um sítio
CÍNTIA ACAYABADA AGÊNCIA FOLHA
A Defesa Civil de Santa Catarina orientou a população que está em áreas isoladas, sem acesso a IMLs (Instituto Médico Legal), que enterrem corpos no quintal de suas casas. Antes de enterrá-los, os moradores devem fotografar os mortos, para que posteriormente sejam exumados e recebam o destino correto. "Orientamos pessoas que ligaram e não sabiam o que fazer com os mortos. Depois, faremos a retirada definitiva dos corpos", disse o major Emerson Emerim, um dos gerentes da Defesa Civil do Estado. Até um caminhão frigorífico é utilizado para receber corpos na região de Gaspar (140 km de Florianópolis).
Perícia
A dificuldade de acesso a alguns municípios fez com que o IGP (Instituto Geral de Perícias) criasse duas bases, em Gaspar e Luiz Alves, com médico-legista e técnicos, para o recebimento de corpos, e uma base de distribuição de materiais no aeroporto de Navegantes.
A base de Luiz Alves foi montada em um sítio; a de Gaspar, em uma casa mortuária. Foi para essa cidade que o IGP encaminhou um caminhão frigorífico com capacidade para armazenar 200 corpos.
"O caminhão fica ligado a -15 C, o que congela o corpo para não deixar apodrecer. Então, não existe necessidade nenhuma de enterrar na emoção", disse José Ortiga, gerente de medicina legal do Estado.
De acordo com o major Emerim, os corpos que devem ser encontrados na região do Morro do Baú, em Ilhota, deverão ser levados para a base de Gaspar. "Extra-oficialmente, há a possibilidade de 40 pessoas estarem soterradas lá", disse.
O gerente de medicina legal contou que um prefeito, de uma cidade da qual ele não se recorda, mandou enterrar 17 corpos sem o procedimento legal e que pessoas foram enterradas no quintal de casas na região de Gaspar e Luiz Alves.
Para o médico, os "enterros clandestinos" não devem ocorrer para que não haja "dificuldades nos trâmites legais". Ortiga afirmou que não tem informações sobre cemitérios alagados, que se encontram, na maioria das vezes, em partes altas das cidades.
O Estado tinha, até ontem, 62 corpos identificados. Estima-se que cerca de 40 corpos tenham sido enterrados sem passarem pelo IML.
Itajaí
De tão pequeno, instalado nos fundos de uma delegacia da região central, o IML de Itajaí já não tem mais espaço para tantos cadáveres e parou de receber os mortos. Na manhã da última quinta, 14 corpos, em grupos de quatro e de três, eram amontoados nas quatro geladeiras do lugar, que atende sete cidades da região.
Colaborou VINÍCIUS QUEIROZ GALVÃO, enviado especial a Itajaí